Membros do Conselho

Conselho Supremo S.I-3 e Comando da Ordem Especial Police Just

O CONSELHO SUPREMO S.I-3 e o COMANDO DA ORDEM ESPECIAL POLICE JUST constituem estrutura institucional de natureza estratégica, com organização hierárquica, disciplina rígida e atuação pautada em preceitos jurídico-militares. Trata-se de órgão de direção superior, com competência para deliberar, coordenar e supervisionar operações especiais de proteção institucional, defesa da ordem pública e salvaguarda de interesses sensíveis do Estado e da sociedade. Sua missão principal é planejar, autorizar e controlar ações de caráter preventivo e repressivo, observando estritamente a legalidade, a proporcionalidade e o respeito aos direitos fundamentais.

Os valores que regem o Conselho e o Comando incluem honra, lealdade, disciplina, sigilo operacional e responsabilidade institucional. A área de atuação compreende cenários de alta complexidade, envolvendo segurança estratégica, apoio a autoridades constituídas, proteção de infraestruturas críticas e coordenação com órgãos civis e militares, nacionais e, quando cabível, internacionais. A relevância estratégica da organização decorre de sua capacidade de resposta rápida, de sua doutrina própria de comando e controle e de sua função de garantir estabilidade, continuidade institucional e preservação da soberania, sempre sob rígido controle normativo e observância da cadeia de comando.

No âmbito interno, o CONSELHO SUPREMO S.I-3 exerce função normativa e decisória, estabelecendo diretrizes estratégicas, regras de engajamento e protocolos de segurança, enquanto o COMANDO DA ORDEM ESPECIAL POLICE JUST é responsável pela execução tática e operacional dessas diretrizes. A estrutura é organizada em níveis claramente definidos de autoridade, com competências distribuídas de forma escalonada, assegurando unidade de comando, continuidade das operações e rastreabilidade de todas as decisões. Cada ato é praticado com base em mandatos formais, ordens de serviço e regulamentos internos, garantindo segurança jurídica e responsabilidade funcional.

Externamente, a organização atua de forma integrada com instituições de segurança pública, defesa, justiça e inteligência, sempre mediante instrumentos de cooperação e observância das competências legais de cada ente. Sua presença estratégica se manifesta na capacidade de articular recursos humanos e materiais especializados, empregar tecnologia avançada e manter postura permanente de prontidão. Dessa forma, o Conselho e o Comando consolidam-se como referência em governança de risco, proteção de ativos sensíveis e preservação da ordem jurídico-institucional, projetando autoridade, credibilidade e confiança perante os poderes constituídos e a sociedade.

Estrutura Hierárquica de Cargos de Segurança e Inteligência

A ordem especial de segurança e inteligência organiza-se em uma cadeia de comando rígida, que vai do nível estratégico máximo até a execução direta das operações. No topo está o Diretor Geral Major Oficial General, autoridade suprema, responsável por definir a doutrina, as prioridades estratégicas e aprovar operações de grande impacto nacional. Atua como elo principal com instâncias políticas e de alto governo, garantindo que a atividade de inteligência esteja alinhada aos interesses do Estado.

Ao lado desse nível máximo, mas em esfera autônoma, encontra-se o Juiz, que exerce controle jurídico e garante a legalidade das ações, autorizando medidas especiais, avaliando provas e zelando pelos direitos fundamentais. Ainda no topo estratégico, o Corregedor de Inteligência Oficial General Intermediário supervisiona a disciplina interna, apura desvios de conduta, fiscaliza o uso de informações sensíveis e assegura que normas éticas e legais sejam rigorosamente cumpridas.

Logo abaixo, em nível de alta direção, situam-se o Diretor e o Comissário. O Diretor comanda áreas ou departamentos específicos (como operações, análise ou tecnologia), transformando diretrizes estratégicas em planos de ação concretos. O Comissário atua como gestor sênior de unidades operacionais amplas, coordenando grandes equipes, distribuindo recursos e garantindo a integração entre diferentes setores e regiões.

No campo da inteligência especializada, o Oficial de Inteligência é o responsável por planejar, coordenar e supervisionar operações sensíveis de coleta e análise de dados, definindo prioridades de alvos e métodos de obtenção de informação. Acima dele, o Oficial de Superior Especial exerce função de comando técnico, revisando relatórios, validando análises estratégicas e orientando o emprego de técnicas avançadas de inteligência, servindo como referência técnica para toda a estrutura.

Na esfera de comando policial e militar, o Coronel e o Tenente-Coronel ocupam posições de chefia de unidades de grande e médio porte, respectivamente. O Coronel responde por comandos regionais ou temáticos, articulando operações complexas e integradas. O Tenente-Coronel atua como segundo no comando ou chefe de unidades menores, garantindo que as ordens superiores sejam executadas com eficiência e segurança.

O Major ocupa posição intermediária de comando tático, liderando equipes operacionais, coordenando missões específicas e servindo de ponte entre o planejamento superior e a execução em campo. O posto de Perito em Inteligência Maj Cel agrega expertise técnica avançada, combinando experiência de oficial superior com conhecimento especializado em análise, perícia de dados, contrainteligência ou tecnologia, apoiando decisões críticas com pareceres técnicos qualificados.

No âmbito da investigação e fiscalização, o Delegado exerce autoridade jurídica e administrativa sobre inquéritos e operações investigativas, determinando diligências, representando por medidas judiciais e responsabilizando-se pela condução formal dos casos. O Inspetor-Chefe lidera equipes de inspetores e investigadores, organiza escalas, distribui tarefas e acompanha o cumprimento de metas operacionais, garantindo a qualidade das apurações.

O Inspetor de Inteligência atua na linha de frente da coleta e verificação de informações, realizando levantamentos, entrevistas, vigilâncias e cruzamento de dados, sempre sob orientação dos níveis superiores. O Investigador de Inteligência é o responsável direto pela obtenção de dados em campo, acompanhamento de alvos, análise preliminar de indícios e elaboração de relatórios básicos, sendo peça-chave para alimentar todo o sistema com informações atualizadas.

Por fim, o Supervisor ocupa posição de liderança imediata sobre pequenos grupos ou turnos de trabalho, garantindo que procedimentos sejam seguidos, que a segurança operacional seja mantida e que as ordens cheguem de forma clara aos executores. Em conjunto, esses cargos formam uma cadeia de comando integrada, em que cada nível, do mais alto ao mais básico, contribui para a proteção institucional, a produção de inteligência confiável e a preservação da segurança em todas as suas dimensões.

Inteligência, Investigação e Correção Disciplinar no CONSELHO SUPREMO S.I-3 e ORDEM ESPECIAL POLICE JUST

No âmbito do CONSELHO SUPREMO S.I-3 e da ORDEM ESPECIAL POLICE JUST, as estruturas de inteligência, perícia, investigação e corregedoria atuam de forma integrada, sob rígidos protocolos de segurança e conformidade normativa. A inteligência é responsável pela coleta, análise e tratamento de dados sensíveis, produzindo relatórios estratégicos que orientam decisões operacionais e táticas, sempre com foco na prevenção, neutralização de ameaças e proteção de informações classificadas.

Os peritos asseguram a robustez técnico-científica das provas, aplicando metodologias reconhecidas, cadeia de custódia rigorosa e padrões de documentação que garantem rastreabilidade e confiabilidade dos elementos produzidos. Os investigadores conduzem apurações complexas com base em técnicas avançadas de investigação, cruzamento de dados e diligências de campo, observando estritamente os princípios da legalidade, proporcionalidade e respeito aos direitos fundamentais.

A corregedoria exerce função de controle interno e disciplina, apurando condutas, avaliando conformidade procedimental e aplicando medidas corretivas e sancionatórias quando necessário. Esse arranjo institucional integrado fortalece a eficiência operacional, o combate qualificado ao crime e a credibilidade das ações, assegurando que cada operação seja conduzida com elevado padrão de rigor, disciplina e profissionalismo, em alinhamento permanente com as diretrizes superiores do CONSELHO SUPREMO S.I-3 e da ORDEM ESPECIAL POLICE JUST.

  CONSELHO SUPREMO S.I-3

COMANDO DA ORDEM ESPECIAL POLICE JUST

DIRETOR GERAL MAJOR OFICIAL GENERAL

JUIZ

DELEGADO

COMISSARIO

DIRETOR

OFICIAL DE INTELIGÊNCIA

OFICIAL DE SUPERIOR ESPECIAL

CORREGEDOR DE INTELIGENCIA OFICIAL GENERAL INTERMEDIARIO

INSPETOR CHEFE CORONEL

INSPETOR DE INTELIGÊNCIA TEN. CORONEL

PERITO EM INTELIGENCIA MAJ CEL

INVESTIGADOR DE INTELIGÊNCIA MAJOR

SUPERVISOR CAP MAJ

AGENTE ESPECIAL CAP

DETETIVE TENENTE CAP

AGENTE DE INTELIGÊNCIA 1º TENENTE

AGENTE ESPECIALISTA 2º TENENTE

AGENTE OPERACIONAL DET OFICIAL TENENTE

AGENTE ANALISTA OFICIAL

AG. SUPORTE TEC OFICIAL SARGT

AGENTE DE CAMPO 1º SART.

AGENTE 2º SART.

ESTAGIÁRIO

ALUNO

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